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segunda-feira, 5 de abril de 2010

O CALA-BOCA que deram aos Coronéis da PMPE não corresponde ao acordado com as ASSOCIAÇÕES na mesa de negociações do dia 29/03/2010

O CALA-BOCA que deram aos Coronéis da PMPE não corresponde ao acordado com as ASSOCIAÇÕES( FORÇA ÚNICA- Sd Gezi Gomes, ASSPE- Sgt José Roberto, AMA- Cap. Assis e associações de Oficiais - Cel. Fonseca) na mesa de negociações do dia  29/03/2010, junto ao secretário de administração Paulo Câmara. Tendo este secretário marcado com a comissão(Associações) para logo mais ser publicado no diário oficial do Estado o nome dos Representantes que irão participar efetivamente da discursão salárial em 01/11/2010.

Saiu na Folha de Pernambuco

 REPORTAGEM EDITADA NO ÚLTIMO DIA 31/MAR/2010. GERAL, na Coluna "FOGO CRUZADO" Inaldo Sampaio, na pág. 02 da FOLHA DE PERNAMBUCO.

- A comissão(Associações) informa: -  Causou-nos surpresa  ao ver tal notícia descriminada na nota do jornal Folha de Pernambuco.

pergunta que não quer cala:.. Será que já decidiram o aumento para o mês de novembro, sem haver a consulta com a Comissão que foi formada no dia 29/03/2010 com o secretário de administração Paulo Câmara?

5 comentários:

  1. Será que vai ser sempre assim? Nós lutamos em causa coletiva entre praças e oficiais da ativa ou inativa; enquanto Coronéis defendem apenas seus próprios interesses.

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  2. E como ficam reformados, aposentados e pencionistas? Me respondam por favor!

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. caros colegas

    mais uma vez a policia militar não ganha nada quando se trata de reajuste salarial. a policia civil sempre leva a melhor. os oficiais vão novamente se arrepender. aguardem para ver esta mesma sena que vimos no passado.
    um conselho para não entende de negociação politica/salarial. deixem as associações trabalharem para esse fim.

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  5. A história mais uma vez se repete. O que os hipócritas tentam negar fica mais uma vez patente aos nossos olhos. Estava mesmo difícil de acreditar no que estava acontecendo, parecia que estávamos vivendo um momento histórico na existência da PMPE, mas tudo não passava de um engodo. Parecia algo surreal ver um Comandante Geral a frente de uma tropa lutando por melhorias salariais e questionando a disparidade entre os percentuais de aumento concedidos a PC e a PMPE. Hoje chego a me envergonhar da maneira quase ingênua com que acreditei no que meus olhos estavam vendo. Hoje me envergonho dos homens que estão a frente de nossa PMPE, daqueles que ocupam as posições mais elevadas em nossa Instituição, fico me perguntando que tipo de sentimento devo ter em relação a eles, só me vem a memória a vergonha, algo que com certeza falta a eles, tantas moralistas, mais parecem coronéis dos tempos da escravidão, autoridades dentro de Quartéis tão somente, indignos de nossa admiração e respeito. Como pode uma Instituição caminhar marcada pela separação, pela desigualdade? Como podemos conceber uma Instituição onde a vida de um oficial vale mais que a de um praça? Quem estabeleceu a valoração tão desproporcional entre a vida de um oficial e um praça? Mas às vezes me pergunto se não estou sendo ingrato com homens que a qualquer momento podem ser acometidos por uma pneumonia provocada pelo ar frio em seus gabinetes de comando ou em suas salas de chefia de seções, enquanto os praças, esses, apenas correm o risco de tomarem um tiro durante suas atividades rotineiras. Desculpem minha indignação, mais não agüento mais ser espectador de espetáculo tão deprimente quanto este promovido pelos oficiais da PMPE. Espero que um dia eles acordem e percebam que a PMPE é uma só e que não são superiores em nada aos praças a não ser hierarquicamente. Todavia, meu desejo ardente é que nós, enquanto praças, amadureçamos a ponto de entendermos que não somos nós que precisamos dos oficiais, mas eles é que precisam de nós e que a partir desse dia possamos ter a clara noção da força que possuímos enquanto Instituição. Abraço a todos que como eu estão indignados com essa situação vexatória que novamente os oficiais nos obrigam a vivenciar. Parabéns a nossa co-irmã Polícia Civil pela união interna e força que demonstram junto aos governantes desse Estado, espero que possamos aprender algo com eles.

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