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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

a juíza Patricia Acioli recebeu 21 tiros


 


'Morte de juíza foi para silenciá-la', diz Rodrigo Pimentel.

Comentarista diz que Patricia Acioli foi a juíza mais corajosa e firme que já conheceu. Respostas para o crime estão nos despachos da magistrada.

Não parece uma vingança: 34 disparos contra um carro – a juíza Patricia Acioli recebeu 21 tiros – são dois carregadores de pistola cheios. Os assassinos gastaram toda a munição. Eles foram lá para matar a juíza Acioli. Eu conheci a juíza há 19 anos em Volta Redonda. Aliás, a juíza mais corajosa, mais firme e mais dura que já conheci em minha vida. Ela já tinha em Volta Redonda, há 19 anos, essa determinação de enfrentar grupos de extermínio, quase sempre formados por policiais militaresQuem tentou matar a juíza queria, na verdade, não se vingar, queria silenciá-la e impedir uma ação dela. Então a resposta está sobre a mesa da juíza, em um processo que ela despacharia talvez em alguns dias ou despachou recentemente. Juiz só trabalha provocado. Ele é provocado por um delegado de polícia ou por um promotor. Então a chave está nisso, na delegacia e no Ministério Público de São Gonçalo.
A forma como o crime foi cometido também deixa pistas. No primeiro momento, testemunhas viram dois carros, além de duas motos. Então são pelo menos dez pessoas para praticar esse assassinato. Isso indica também não uma ação de vingança, descarta um pouco a possibilidade de crime passional. Isso não é descartado totalmente. A polícia investiga todas as possibilidades. Mas tudo isso dá para a polícia uma boa linha de investigação: milícias, jogo do bicho, caça-níqueis e grupo de extermínio, sempre formados por policiais militares.


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