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terça-feira, 12 de abril de 2011

Empresas de segurança privada na América do Sul são as mais armadas do mundo

 As empresas de segurança privada na América Latina são as que têm os maiores arsenais do mundo. Além disso, muitas das armas utilizadas pelos empregados dessas firmas não estão registradas pelas companhias. Elas são registradas em nome de alguém, o que dificulta o controle dos arsenais dessas empresas. A conclusão é do Small Arms Survey 2011, lançado em Genebra, na Suíça, pelo Graduate Institute of International and Development Studies.

O relatório informa que dados sobre a escala e as variações dos arsenais das empresas de segurança privada da região são escassos e que os contratos dessas empresas são difíceis de rastrear. Segundo o relatório SAS, os países que possuem sistemas de registro de armas de fogo nem sempre fazem distinção entre as armas utilizadas por cidadãos e as utilizadas pelas empresas de segurança privada. Em alguns países, inclusive, os empregados dessas firmas podem usar suas armas de uso pessoal durante o horário de serviço, o que complica a contgem. Em outros casos, afirma o estudo, os empregados são acusados de usar armas ilegais.

O negócio da segurança privada cresceu no Brasil, Venezuela, Argentina e em outros países por causa do aumento da criminalidade. Apesar de Brasil, Argentina, Guatemala e Peru estarem entre as nações que não permitem o uso de armas de fogo automáticas pelas empresas de segurança privada, analistas afirmam que relatos consistentes sugerem seu uso em incidentes envolvendo essas empresas.

O relatório Small Arms Survey 2011 afirma que os arsenais dessas empresas merecem uma análise detalhada. “Em muitos países, os padrões oficias para a gestão dos estoques de armas das empresas de segurança privada, bem como o treinamento dos empregados, não existem. A confidencialidade dos procedimentos internos dessas empresas também dificulta a avaliação dos padrões da indústria e do seu desempenho”, afirma o relatório.

Fonte: UPI, via FBSP


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